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Começou,
nessa segunda-feira, 15 de junho, a 15ª Mostra de
Cinema e Direitos Humanos, e a Escola GHC é um dos
pontos de exibição. A iniciativa é uma parceria entre
Ministério da Cultura e Ministério de Direitos Humanos
e Cidadania, sendo a primeira vez que um serviço do
SUS é ponto de exibição em Porto Alegre. O filme de abertura foi Yõg ãtak: Meu pai, Kaiowá, que conta a história de Sueli e Maiza Maxakali na busca pelo pai, Luis Kaiowá, sumido durante a ditadura militar brasileira. A sessão contou com a abertura do gerente Alcindo Ferla, que destacou a importância do SUS valorizar os dispositivos artísticos para pensar o cuidado e o trabalho em saúde. A atividade teve a participação de trabalhadores, gestores, alunas e alunos do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, com a parceria das professoras Aline Branchi e Maristela Losekann, que fizeram a discussão final. Neste ano, as direções estão voltadas para um tema que interfere nos nossos futuros e, igualmente, no SUS: os Direitos Humanos e a Emergência Climática. |
| Datas
e detalhamento das próximas sessões: 18/6/26 - 10h às 12h Sessão Nego Bispo: Pau D'arco; Auditório do Centro de Oncologia (5º andar); 29/6/26 - 19h às 21h Sessão Raoni (completa): SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente, Faísca e Grão; Auditório do Centro de Oncologia (5º andar); 30/6/26 - 9h30-11h30 Sessão Nego Bispo e sessão Antônia Melo: Ainda há moradores aqui, Eu sou Raiz e Kutala; Sede 1 da Escola GHC (Rua Antônio Joaquim Mesquita, 311); 2/7/26 - 14h-16h Sessão Antônia Melo: Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga, As lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução e Volta Grande. |
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